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2 anos!

Depois que eu coloquei o meu primeiro post sobre a fratura da patela há exatamente 2 anos, eu nem achava que eu iria ajudar tanta gente que depois passou pelo mesmo que eu, e eu fico feliz que os posts (a fratura da patela, fratura 2, fratura 3, 1 ano depois) tenham ajudado! E agradeço muito ao pessoal que ao chegar aqui procurando no google informações a respeito desse tipo de fratura e depois de ler relatos, se sentem a vontade e relatam a própria experiencia! Hoje, ao ler os relatos das recuperações do pessoal eu me lembro vividamente da minha e eu nem acredito que eu passei pelo mesmo e, que na época, eu pensava que eu não iria conseguir fazer as coisas normais que eu fazia antes da queda, mas graças a Deus estou como antes 😀

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Fratura da Patela – artigo

Acho super legal que, no ano passado quando eu quebrei minha patela e postei aqui sobre o acidente, muita gente que passou pelo mesmo chegou aqui no meu blog e relata o que passaram, trocam informações, tiram dúvidas, esclarecem os que acabaram de sofrer um acidente, enfim, acho super legal essa interação que você pode ver neste post aqui: Fratura da Patela, Fratura da Patela 2 e Fratura da Patela -1 ano. Um dos meus amigos que participa da troca das discussões achou um artigo super interessante (mesmo com os termos médicos) para quem está passando por isso e resolvi postar aqui. Obrigada Roberto!

QUAIS SÃO AS INDICAÇÕES PARA TRATAMENTO CIRÚRGICO DAS FRATURAS DA PATELA?
O tratamento cirúrgico é recomendado quando há diástase > 3mm ou incongruência articular, denotando insuficiência do aparelho extensor9(A)6(D). Os fragmentos osteocondrais quando apresentam uma superfície de contato maior que 25% da área de carga devem ser fixados10(C).

QUAIS SÃO OS MÉTODOS DE FIXAÇÃO PARA AS FRATURAS DA PATELA?
As fraturas deslocadas devem ser tratadas cirurgicamente. Se os fragmentos forem suficientemente grandes para a fixação com parafusos, esta técnica poderá ser uma opção de tratamento, assim como a banda de tensão. As fraturas cominutivas do pólo inferior da patela são difíceis de serem estabilizadas por
qualquer método de fixação, entretanto a técnica de cerclagem transóssea vertical é um método eficiente de tratamento e pode evitar a patelectomia parcial (pólo inferior da patela). Quando os fragmentos estão gravemente cominuidos, a patelectomia parcial está indicada e o tendão patelar pode ser reinserido com sutura transóssea. A patelectomia, embora em situações especiais seja necessária, pode reduzir a força extensora do quadríceps. O avanço lateral e distal
(1 cm) do músculo Vasto Medial Oblíquo (VMO) sobre a sutura do tendão patelar minimiza a perda da força extensora do quadríceps. Há melhores resultados funcionais (avaliações objetivas e subjetivas) nos grupos de pacientes submetidos à patelectomia e concomitante avanço do VMO16. Para tratamento da fraturas transversas o método clássico é a banda de tensão, o qual pode ser aplicado por vias aberta ou percutânea. Por acesso percutâneo há a necessidade de instrumentais especiais. Embora a reabilitação pós-operatória seja facilitada pelo método percutâneo, bem como a redução da incidência de complicações como a necrose de pele e infecção, os resultados funcionais não apresentam diferenças estatisticamente significativas após dois anos de evolução.

COMO CONDUZIR A REABILITAÇÃO PÓS–OPERATÓRIA?
Exercícios de contração isométrica do quadríceps são estimulados no pós-operatório imediato e a marcha com apoio de muletas (carga parcial) é liberada após três semanas de pósoperatório. O uso de órtese é mantido por um mês durante o repouso e a marcha com apoio de muletas. A mobilização passiva do joelho pode ser iniciada no pós-operatório imediato, limitada a 60º de flexão por um mês.

QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES MAIS FREQÜENTES?
Perda da redução é uma complicação pós operatória que varia na literatura de 0% a 25%. O fato se deve a erro na aplicação da técnica, assim como a outros fatores, principalmente aqueles relacionados à reabilitação pós-operatória. As complicações mais freqüentes são infecção, rigidez ou limitação da mobilidade articular, perda da fixação, perda da redução, re-fratura, vício de consolidação, retardo de consolidação e/ou pseudo-artrose. A patela baixa, uma complicação grave sob o aspecto funcional, é conseqüência direta do trauma e da imobilização quando se opta pelo tratamento conservador e/ou cirúrgico.

QUAL É A MELHOR VIA DE ACESSO PARA ABORDAGEM DAS FRATURAS DA PATELA?
A via de acesso pode ser transversa ou longitudinal. Embora as camadas da pele sejam bem definidas ao redor do joelho, é necessário preservar o suprimento sangüíneo para a pele durante a dissecção cirúrgica. As terminações vasculares na superfície da pele não formam uma consistente rede anastomótica, portanto deve-se dissecar um retalho de pele fasciocutâneo. As fraturas cominutivas com grandes desvios são dotadas de alta morbidade. Estas são, usualmente, tratadas com fixação ou patelectomia. Ambas as situações evoluem freqüentemente com seqüelas (artrite degenerativa pós-traumática,
perda da força quadricipital, limitação da mobilidade articular, etc.). Com o objetivo de restabelecer a congruência articular, a via de acesso deve
oferecer a possibilidade de redução, sob visão direta, da superfície articular da patela. Isto é possível com a osteotomia da Tuberosidade Anterior
da Tíbia (TAT) e eversão completa da patela. Embora o prognóstico desta grave lesão seja incerto, os melhores resultados estão diretamente
relacionados à qualidade da reconstrução da superfície articular. A osteotomia da TAT proporciona o acesso direto à superfície e oferece possibilidades
de redução melhores do que os acessos que permitem apenas a redução indireta. A redução da superfície articular pode ser assistida por visão artroscópica, nas fraturas transversas em que se pode realizar fixação percutânea. A redução é realizada por manobras indiretas e, sob controle radioscópico, passam-
se dois fios de Kirschner cruzados e uma cerclagem circunferencial. A fixação das fraturas transversas com a associação de dois parafusos canulados paralelos e fio de cerclagem em figura de oito é um método que oferece estabilidade suficiente para iniciar a mobilização precoce (primeiro pós-operatório),
além do material de síntese não irritar as partes moles por ocupar menor volume, não havendo assim a necessidade de outra intervenção cirúrgica
para retirá-los. O método pode ser aplicado com segurança em ossos osteoporóticos, entretanto se limita às fraturas transversas que apresentam
dois fragmentos com quantidade óssea suficiente para aplicação dos parafusos. A incidência de pseudo-artrose da patela varia de 4,4% a 12,5%, sendo que a maior parte ocorre nos casos de fraturas longitudinais tratadas com imobilização. Tal complicação pode ser tratada conservadora ou cirurgicamente. O tratamento conservador se aplica àqueles casos oligossintomáticos, mesmo na ausência de qualquer sinal de consolidação, uma vez que a fibrose pode ser compatível com preservação da função do aparelho extensor. O tratamento cirúrgico envolve as diversas técnicas de fixação interna até a patelectomia.
Nas fraturas com grande diástase, a reconstrução é recomendada com a técnica que melhor se adapte a cada caso. As lesões osteocondrais, nas quais a área comprometida supere 25% da superfície de carga, devem ter o fragmento osteocondral fixado, a técnica artroscópica é uma opção de controle
da redução.
Segundo o estudo o tempo de RECUPERAÇÃO deste tipo de fratura é de aproximadamente de 6 a 18 semanas entre recuperação pós operatória e fisio.

Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Colégio Brasileiro de Radiologia

Fratura da patela – 1 ano

Eu não poderia deixar de postar aqui, hoje, por ser uma data que eu não tem como eu esquecer e, também, porque muita gente chega aqui ao blog procurando sobre o assunto. Hoje faz 1 que fraturei meu joelho, minha patela, não tinha chegado a descolar e, por isso, graças a Deus, não precisei de cirurgia. Vocês podem ler tudo aqui (as consultas e fisios), mas foram quase 2 meses com muletas… Nos comentários aqui no blog e nos emails que recebo, o pessoal sempre pergunta como está hoje, se ainda dói, se está já normal como antes e tudo e tal. Como hoje faz um ano, fazendo uma avaliação de tudo, sim o joelho já dobra tudo como antes, normalzinho, sem dor, mas, às vezes, acho que dependendo da posição eu aindo sinto uma pressãozinha qdo dobro (mas não todas as vezes e não dói). Já posso fazer tudo o que fazia antes, agachar e levantar, fazer ginástica, dançar, pular e correr – Já dá pra ajoelhar, mas evito (nem sei pq) . Enfim, quem está passando pelo mesmo, se anime, siga as recomendações médicas, as fisios direitinho que vale a pena a paciência que a gente tem que ter. Status do dia: totalmente recuperada!

Fratura da patela – última consulta

Esse vai ser o último post sobre a fratura da patela porque fui ao médico ontem e ele me liberou!! 😀 Disse que não preciso mais voltar lá e nem de fisio porque a perna já está boa mas que 100% mesmo eu vou estar daqui 6 meses a 1 ano, tipo descer escada e agachar sem problemas nenhum, mas que isso vem naturalmente com as atividades diarias. Confirmou que eu nao preciso de fisio mais, que pelo raio-X, a patela esta colada perfeitamente. Ve-se onde fraturou mas que colou certinho! Ele ficou bem satisfeito e eu feliz da vida 😀

fisio – 12

Too Happy 1 ieeeba! haha fui na fisioterapia hoje pela última vez, isso mesmo úl-ti-ma! 😀 Fui lá na fisio e meu quadro foi reavaliado e fui dispensada! Ela está super satisfeita com o resultado (e eu então, né?! hehe), mas o joelho ainda não está igualzinho o outro não e ela disse que é normal pq a circulação naquela area vai voltando com o tempo a se normalizar, então é por isso que ainda sinto o joelho mais quente que o outro. Mas tirando a temperatura e o fato de o músculo da coxa ainda nao está igualzinho ao outro, o resto está ótimo 😀 Status: aliviada e feliz!!

Fratura da Patela – cirurgia

Os emails que recebo através do blog aqui são sobre processos de imigração, a vida no Canadá e fratura da patela. Recebi um email com um relato de uma pessoa que caiu da escada e quebrou a patela e precisou de cirurgia, segue o texto: (copia + cola)

“..a escada veio abaixo com 85 kgs em cima e cai com o joelho direito em cima de outro degrau, ai ai. Fiquei sem forças para me levantar levantei a calça e levei o maior susto não tinha + joelho só um buraco espatifou a patela um pedaço pra cima outra pra baixo coisa horrivel de se ver, sem ferimentos. Foi no dia 15 de abril passado as 07:45hs e em menos de meia hora já tinha o rx na mão. O médico quiz me operar mas como moro a 97kms de Belo Horizonte(capital de MG.), em uma hora já estava lá por melhores recursos e por não me arrenpender depois. Ao ver o rx, devido o inchaço a sirurgia ficou para o dia 20, 07:OOh até lá fiquei imobilizado com um brace que continuei usando depois da cirurgia, a dor era insuportável tomei analgesicos fortes e até morfina algumas vezes.
Reperação: Cadeira de rodas apropriada para banho e outras necessidades mais de um mês a perna sempre esticada, lógico.
O Inferno: Fisioterapia a principio até a confirmação da consolidação dos ossinhos que sobraram, segundo o medico diz ter aproveitato 1/3 do q restou da patela então a fisio era só até o limite da dor, com isso não passou de 45º.
voltando ao medico duas semanas depois ele não gostou do resultado e examinando na maca sem que eu esperasse deu um grau de 80 a força, onde vi o mundo do lado do avesso, ele me deu um praso de duas semanas para que retornasse com os 90º com fsiot. mesmo com dor, do contrario voltaria pro bloco sirurgico e sedado levaria a 120graus, minha sorte q consegui o objetivo dos 90 dobrando a fisio.
Muletas: Sim. Uso as ainda, embora consiga caminhar sem elas em casa ou na area esterna, porem hoje faz tres meses e tres dias da cirurgia, subo escada apoiando no corre mãos, desço apoiando a perna direita primeiro só não dobra descendo, não confio ainda, coloco td meu peso nela e deço com a esquerda.
Canso muito na fisioterapia, faço tds os dias as vezes duas vezes, é doído viu!
Banho: Já sozinho e sem auxilio a um mes atraz, no principio com certa dificuldade. Manco ainda pela falta de confiança na perna suporto meu peso nela mas não consigo sem segurar em algo, fico sem equilíbrio.
outro fato que me implica e do inchaço uso gelo compressa de agua quente pra soltar antes da fisio., depois gelo de novo
Mas td fica muito rígido rapidamente talvez eu tenha tendencias para fibrosar o que motiva esse enrregesimento, e de manhã doi muito,só depois de um aquecimento as coisas começam a melhorar. Sentado já consigo os 90º e levantar o pé.

Penso que tenho q agradecer o médico por ter feito aquilo pelo fato dele ter solicitado a fisiotepeuta ADM até o limite da dor, ele ficou decepcionado com o resultado de apenas 45º. Tudo indicava que meus musculos estavam fibrosando onde ele sugeriu ADM mesmo com dor, por duas semanas, do contrario bloco cirurgico de novo ,ahí começaria do zero Né? Sofri muito mas compensou, já estou com 95°. tomo 2 comprimidos tylenol de 500. A fisioterapeuta é uma competencia e sempre muda os exercicios, traz tb aparelhos para fortalecer os músculos. Bicicleta, mal, faço sem pedais só movimentos, subo e desço escadas de costa e frente, com dificuldades claro. Já consigo enconstar a metade dos dedos das mãos até o meio da batata da perna acredito que em breve consiga segurá-la com elas ahí me sentirei melhor. Nas duas semanas fiz em casa duas cessões de fisio tds os dias, agora uma só, na manhã ou tarde. tenho preguiça de fazer sozinho. Mas é como dizem, joelho é problema pra seis ms ou um ano, é complicado. A joelheira é bom, dá firmeza mas depois estufa uma bola q só vendo e quase não uso.”

fisio – 11

Fui na fisio ontem e foi a penúltima! ieeeba! Alias, a penultima antes de eu voltar no cirugião para ele me dar ótimas noticias e dizer que não vou precisar mais de fisio hehe Ja dobro a perna praticamente toda e para andar a perna ja nao sente rigida. E já subo e desco escada. As vezes sinto o musculo fraco e o joelho ainda esta mais quente que o outro, mas ela disse que é normal e só com meses é que vai melhorar 100%. Na proxima vez q eu for la, ela vai só fazer um outro assessment para eu poder levar pro médico, mas ela disse que eu já estou ótima 😉